O crescimento e a evolução da prática de atividade física pelas pessoas com deficiência, tem se apresentado de várias formas, incluindo exercícios físicos, atividades recreativas, terapia e o esporte.
Segundo (DEPAUW & GRAVON,1995), atividade física sempre foi um importante componente da vida humana durante a história.
Na pré-história o uso da atividade física tinha a função de manter a força, melhorar a resistência em função da sobrevivência. Na China, teve a função curativa e preventiva das desordens físicas. Na Grécia, as atividades físicas, eram utilizadas para proporcionar desenvolvimento do corpo belo e o equilíbrio mental, social e o treino físico.
Nos tempos modernos, de acordo com (FEIJÓ, 1995. pg 59), a atividade física, mesmo quando praticada com intenções terapêuticas, para preservar ou restaurar a saúde, apresenta características do jogo da recreação e do lazer dirigido. Dessa forma, o exercício físico e o esporte em particular, nos reportam os importantes benefícios psíquicos e físicos ao ser humano, que segundo (DANTAS, 2005), tem a função de “assegurar a saúde e o vigor dos corpos, aumentando a produção da longevidade dos indivíduos, incrementarem a população do país a melhorar os costumes privados e moral pública”, sendo assim, um instrumento fundamental para a integração da pessoa com deficiência na sociedade.
Historicamente a pessoa com deficiência procura evidenciar todas as formas possíveis a sua capacidade motora e a sua aptidão, através de atividade física ou de uma prática desportiva.
(FONSECA, 1981), procura relevar que “o fundamento da execução do gesto não é um conhecimento anatômico mecanicista, mas o sentido global do comportamento humano que o torna inseparável do seu envolvimento geofísico e social”.
De acordo com (FILHO, 1995), é importante salientar que “a ocorrência de uma deficiência não implica na inaptidão para atividades físico-desportivas”, de acordo com esse mesmo autor, o importante é que ela apresente formas de aptidão que não necessariamente sejam as mesmas defendidas pela maioria dos professores de educação física.
Segundo (DEPAUW & GRAVON,1995), atividade física sempre foi um importante componente da vida humana durante a história.
Na pré-história o uso da atividade física tinha a função de manter a força, melhorar a resistência em função da sobrevivência. Na China, teve a função curativa e preventiva das desordens físicas. Na Grécia, as atividades físicas, eram utilizadas para proporcionar desenvolvimento do corpo belo e o equilíbrio mental, social e o treino físico.
Nos tempos modernos, de acordo com (FEIJÓ, 1995. pg 59), a atividade física, mesmo quando praticada com intenções terapêuticas, para preservar ou restaurar a saúde, apresenta características do jogo da recreação e do lazer dirigido. Dessa forma, o exercício físico e o esporte em particular, nos reportam os importantes benefícios psíquicos e físicos ao ser humano, que segundo (DANTAS, 2005), tem a função de “assegurar a saúde e o vigor dos corpos, aumentando a produção da longevidade dos indivíduos, incrementarem a população do país a melhorar os costumes privados e moral pública”, sendo assim, um instrumento fundamental para a integração da pessoa com deficiência na sociedade.
Historicamente a pessoa com deficiência procura evidenciar todas as formas possíveis a sua capacidade motora e a sua aptidão, através de atividade física ou de uma prática desportiva.
(FONSECA, 1981), procura relevar que “o fundamento da execução do gesto não é um conhecimento anatômico mecanicista, mas o sentido global do comportamento humano que o torna inseparável do seu envolvimento geofísico e social”.
De acordo com (FILHO, 1995), é importante salientar que “a ocorrência de uma deficiência não implica na inaptidão para atividades físico-desportivas”, de acordo com esse mesmo autor, o importante é que ela apresente formas de aptidão que não necessariamente sejam as mesmas defendidas pela maioria dos professores de educação física.